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ESTRANHOS
CASOS de UFOs no PARÁ
O Brasil é um país com inúmeras exuberâncias naturais,
entre elas, a região do Pará, na Amazônia brasileira que, além
de ser o maior “banco genético” do mundo, também “esconde”
uma imensa casuística ufológica, principalmente na região litorânea
e alguns pontos do interior. Recentemente,
toda essa região foi o “cenário” de uma das mais impressionantes expedição que realizamos;
dentre as regiões investigadas, esta o litoral paraense,
extremamente rico em ilhas, como à Ilha de Marajó, com
aproximadamente 50 mil km², maior que a Suíça e onde encontra-se
a maior manada de búfalos do país; nessa ilha coletamos inúmeros
relados de casos envolvendo estranhos objetos luminosos,
principalmente com atuação no período noturno.
ESTRANHAS LUZES
Historicamente, pelo
menos desde a década de 70, existem ocorrências de incidentes com
esses tais “objetos”, popularmente ficaram conhecidos como fenômeno “chupa-chupa’, pois os mesmos emitiam um fino
feixe de luz que atingiam as pessoas que, supostamente sugavam
sangue das mesmas ocasionando nas vítimas acentuado quadro de
anemia. Na época, essa situação teria alarmado muitos moradores
das ilhas da região norte do Pará, fazendo com que a Força Aérea
Brasileira conduzi-se uma série de investigações que,
posteriormente ficou conhecido como “Operação Prato”, onde a
citaremos mais adiante. Porém, atualmente tivermos a oportunidade
de coletar na Ilha de Marajó informações
sobre estranhas luzes que ainda aparecem na região, mas com
uma outra forma de atuação, onde alguns moradores dão o nome de
“luz d’ água” ou “chupa-chão” devido ao fato de pequenas
bolas de luz que emitiam um feixe luminoso sobre à superfície da
água ou sobre o solo, inclusive eram também designados como “mães
de ouro” . Os relatos citam que essas tais bolas luminosas voavam
numa altitude muito baixa e sempre durante à noite. Numa localidade
ribeirinha distante aproximadamente de duas horas do município de
Soure, uma senhora chamada Josefina Silva - 30 anos, com uma voz
“macia”, nos relatou que teria presenciado o “sumiço” de um
homem em meados de 2001 que foi causado pelo o aparecimento de um
objeto alongado muito luminoso e com intenso brilho alaranjado que
teria pairado sobre o tal homem. Segundo ela, o tal objeto
“jogou” um feixe de luz esbranquiçada
sobre o homem que, logo em seguida sumiu e ela cita que nunca
mais o viu. Josefina nos entregou um pedaço de papel com o desenho
do tal objeto que teria sido feito por uma outra pessoa em base no
seu relato. Então, fizermos uma pesquisa de campo na área indicada
por ela, mas não conseguimos achar qualquer evidência no local e
outras testemunhas que poderiam corroborar o testemunho dela.
Pessoalmente acho esse fato inusitado muito preocupante, pois de
certa forma evidência uma “ação criminosa” ligada ao tal
estranho objeto. Será isto um fato real? O que acontece com as
pessoas seqüestradas? Qual seria à real estatística de
desaparecimento de seres humanos que poderiam ser atribuídas aos
“alienígenas”? Será que o fenômeno chupa-chupa realmente
desapareceu? Ou “evoluiu” para outro tipo de atuação? Até que
ponto todos esses fatos se confundem com lendas regionais? Como a
lenda de Matinta Pereira, uma suposta bruxa que voa e emitem sons
estranhos que assustam pessoas e perseguindo-as. Para estas questões
ainda estou atrás das respostas e quanto mais “mergulhamos” na
pesquisa mais incertezas vão surgindo, pois tive a oportunidade de
coletar vários relatos.
Inclusive na própria capital do estado – Belém, também
encontramos muitos relatos de avistamentos de Ufos, inclusive de
filmagens, como a que foi feita por Silvio Dourado, onde tomei
conhecimento da mesma através de um jornalista local, feita em março
de 1996, cujo objeto
parecia ter aspecto prateado com seu brilho muito intenso. Coletamos
o relato e fomos averiguar o local citado pelo Sr. Alfredo Mendes,
31 anos, que testemunhou um interessante fato no bairro do Guamá
(Belém), em abril de 1996: “um pequeno objeto de um pouco mais de
2 metros de diâmetro, de formato ovalado, com cores branca
e avermelhado na parte central e pairava acima de uma
mangueira cerca de 30 metros do chão; na parte inferior do objeto
saía um foco muito forte de luz semelhante uma potente lâmpada
fluorescente, iluminando como um farol de carro, os fundos
da igreja de São Pedro e da casa ao lado”. Outro relato
interessante, onde também fomos ao local é o da dona Maria José,
22 a, em julho ou agosto de 2001, onde
alega ter visto
uma enorme bola de luz prateada de forte brilho parada sobre um
terreno abandonado por quase 20 minutos, após esse tempo, segundo
ela, o objeto movimentou-se velozmente para cima e sumiu, isso só
para citar à casuística na região do município de Belém.

PRIMEIRO COMANDO AÉREO
Outro local que também
estivermos foi o I COMAR - Primeiro Comando Aéreo, na cidade de Belém,
onde tivermos a oportunidade de esclarecer algumas dúvidas
referentes as tecnologias militares , inclusive
em relação ao próprio SIVAM - Sistema de Vigilância da
Amazônia , onde a tecnologia permite o monitoramento do espaço aéreo
em qualquer condição meteorológica com imagens por satélite de
alta resolução, inclusive fora da Amazônia, como à foto tirada
por um satélite sobre uma grande cidade do vale do Paraíba que a
oportunidade de ver, bem como também realizar
coleta de informações supostamente ligados aos Objetos
Voadores não Identificados. Tive
a certaeza que tanto o DCEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo)
e o SISCEAB (Sistema de Controle do Espaço Aéreo) mantém
constante vigilância do nosso espaço aéreo e que “eles”
possuem consciência das atividades de Ufos, mas isso não
significa que a nossa força aérea vá interceptar todos os Ufos
que são detectados nos radares, só aqueles que realmente
oferecerem risco ao tráfego aéreo e em situações referentes ao
contexto da segurança nacional, como uma suposta queda de um desses
objetos. Mas será que nossas aeronaves
de “guerra” tem condições “tecnológicas” de
interceptar um óvni? Muitas de nossas aeronaves não possuem, nem
se quer, condições de vôo por falta de manutenção e de peças,
inclusive até “pedem” que aeronaves civis façam reconhecimento
visual de ÓVNIs quando
estão na região dos mesmo (ex. o vôo 573 da Tam em 1989). Foi exatamente o I COMAR é que conduziu uma série de investigações
entre setembro e dezembro de 1977 para investigar o fenômeno
“chupa-chupa”, em localidade da faixa litorânea
à partir da região leste da Ilha de Marajó, atingindo inúmeras
outras, como a Ilha de Colares. Posteriormente,
essa atuação dos militares ficou conhecida como “Operação
Prato”, que resultou num volumoso compêndio de documentos com
centenas de fotografias e inúmeras filmagens dos estranhos objetos
voadores. A Operação Prato veio à público por intermédio do
coronel Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima, numa
histórica entrevista que o mesmo cedeu ao editor da Revista Ufo
(A.J. Gevaerd) e ao M.A. Petit no ano de 1997, onde repassou uma série
de documentos descritivos das informações coletadas durante a
operação, inclusive com inúmeros croquis. Isso é uma parte do
material que foi cedido, por isso é de grande importância à atual
campanha da Revista Ufo (“Ufos: Liberdade_ de_ Informação_ Já!”)
com claro objetivo de que documentos e
informações retidas por órgãos do governo sejam liberadas para a
comunidade ufológica.

OS
CHUPA-CHUPA
Como citado
anteriormente, eles ocorreram pelo menos a partir da segunda metade
de década de 70 e foram investigados pelos os militares.
Na grande maioria dos relatos, os tais objetos estranhos
voavam em baixa altitude, a poucos metros do solo e até em cima da
copa das árvores; muito luminoso à noite e com pequeno tamanho (poucos metros,
em média 1,5 m) , comumente de aparência esférica, inclusive os
moradores os comparavam com o formato de um animal comum na região
– “a Arraia de Fogo”, como no depoimento do sr. Raimundo N.
Barbosa (outubro de 1977) na região do rio Bituba, que inclusive
foi atingido por um “foco de luz”
de cor azul – ele a comparou com o foco de uma lanterna,
ocasionando-lhe forte dor de cabeça, tremor no corpo e
entorpecimento na região do corpo atingida pelo o foco. Mas na
maioria dos relatos, o contato do tal foco de luz ocasionava um
intenso calor ou um tipo de “choque elétrico”, como é relatado
por Maria F. Furtado e Miguel A. Soares, onde ambos também citaram
que logo em seguida ocorreu uma semi-paralisia (amortecimento) que
se propagava dos pés à cabeça, um calor progressivo, calafrios e
rouquidão. Em muitos casos essa dormência durava até 8 dias, como
nos relatos coletados de Alzira F. Campos e do Manoel dos Santos.
Esse fenômeno ficou popularmente como “chupa-chupa”,
pois através do foco de luz que atingia as testemunhas, a imensa
maioria relata que através do mesmo sugavam-lhe algo (supostamente
sangue) e deixava uma marca circular queimada ou de cor roxa no
local da “picada”. Um ótimo exemplo deste fato é o fato
ocorrido em 18 de outubro de 1977 por volta das 23:00 hs com
a sra. Claudiomira Rodrigues da Paixão, 35 anos na época – vide
transcrição do documento da Operação Prato (parte informativa):
“Ouvida
pelo sr. Chefe da 2ª seção- disse que, estava acordada deitada em
uma rede e em sua companhia estava uma senhora e seus filhos; que
presentiu uma luminosidade (a luz da cidade havia apagado às
22:00h) que percorreu todo o seu corpo (como uma lanterna)
fixando-se no seio esquerdo sugando-o, desceu após para sua mão
direita, ocasião em que sentiu como se fosse picada por agulha;
gritou por socorro, sem ser atendida, sua voz ficou presa na
garganta, seu corpo ficou semi- paralizado; o ambiente ficou
totalmente iluminado por luz esverdeada; sentiu estranho topor,
sendo despertada pela voz de sua acompanhante que chamava atenção
de uma das crianças dizendo na ocasião: Eu já estou estragada, o
bicho me chupou. Disse ter sentido grande calor localizado no seio
esquerdo e dor aguda no dorso da mão direita, dor de cabeça,
amortecimento no lado esquerdo do tórax (como se comprimido
internamente). Foi atendida pela dra. Wellaide, que a acompanhou ao
IML; ali foi examinada por uma doutora e informada que deveria
voltar a fazer um novo exame. Nota – Sobre a incisão (feita no
IML) no seio esquerdo, durante o exame a que foi submetida, nota-se
uma área circundante levemente queimada, bem como um leve e quase
imperceptível sinal em sua mão direita, exatamente nos locais que
diz ter sido atingida”.
Também há descrição
do depoimento da médica que atendeu a Claudiomira, a dra. Wellaide
Cecim Carvalho, também em outubro de 77, por volta das 19:00 hs,
também é um bom exemplo relacionado aos “chupa-chupa”, veja à
transcrição abaixo:
“Objeto
luminoso (brilho metálico), fazendo evoluções sobre a parte
frontal da cidade (praia do Cajueiro-NE), a baixa altura (100m), a
distancia estimada de 1500m, sem produzir o mínimo ruído.
Descreveu os objetos assim: Forma cônica- cilíndrica (parte
superior mais estreita) tamanho aparente em função da distancia
3,00m de comprimento, por 2,00m de diâmetro; movimentando-se de
maneira irregular, balanceios laterais acentuados, entretanto vez ou
outra efetuava ligeiras paradas e dava uma volta sobre si mesmo.
Disse ter observado nitidamente, estando na ocasião em companhia de
outras pessoas em frente a unidade hospitalar local. Entrevistada
por elementos da equipe, entre outras afirmativas disse que;
Afim de preservar a sua reputação ética profissional,
deixou de fazer uma comunicação mais completa
com referência as pessoas que se dizem atingidas por um foco
de luz de procedência desconhecida – quatro casos que atendeu.
Disse que, além de crise nervosa, seus pacientes apresentavam
outros sintomas tais como paralisia ( amortecimento parcial do
corpo), evidenciando a diferença do quadro clínico quando presente
uma crise nervosa, onde as zonas atingidas são as extremidades.
Seus pacientes referem: cefaléias, astenia, tonturas, tremores
generalizados e o que reputa mais importante são as queimaduras de
1º grau, bem como marcas de micro – perfurações. De acordo com
o sexo, os homens sobre o pescoço (jugular) e as mulheres, digo a
mulher no seio (só um caso). Pediu reservas ao externar sua opinião
pessoal; acredita nos fatos que vem ocorrendo na região; não
põe dúvida quanto a prováveis conseqüências que venham no
futuro a ser fazer presentes nas pessoas afetadas. Completando disse
não ter observado fatores que a levassem a concluir a presença de
alterções anêmicas; não acredita que as vítimas tivessem sido
sugadas...?1 Mas que quanto ao terem sido atingidas por um raio ou
foco de luz de características desconhecidas, acha muito viável,
apoiada no exame e observação clínica dos pacientes que atendeu.
Tem em seu poder uma comunicação endereçada ao sr. Secretário da
Saúde do Estado, que não chegou a encaminhar para evitar cair no
ridículo”. Isso
só para evidenciar que os militares tinham total conhecimento dos
acontecimentos relacionados com os “chupa-chupa” na época e que
eram uma realidade inusitada.
Também coletamos dados
da região do município de Viseu, nas proximidades do rio Gurupi,
onde constatamos que no ano de 77 apareceram “bolas luminosas”
de pequeno tamanho que voavam baixo em diversas direções durante
à noite, alguns dos quais também emitiam um fino feixe de luz que
atingiam as pessoas. Algumas foram atendidas por médicos , entre
eles o dr. Orlando Zoghbi – que via o tal fenômeno de uma forma
diferente, o mesmo inclusive, gerou certa polêmica ao emitir um laudo com estas palavras:
“as visões observadas pelas
pacientes atacadas pelo vampiro extraterreno são frutos do estado
d’alma em sintonia com o inconsciente, produzindo uma excitação
psicomotora”. Será isso mesmo?
Na cidade de Belém, com
um jornalista também pude apurar alguns fatos relativamente
recentes associados ao
fenômeno dos “chupa-chupa” que teriam ocorrido nos anos de
1998, 1999 e 2000 em alguns pontos no interior do estado do Pará,
entre eles, o que me
chamou atenção foi um incidente na região de Castanhal no ano
2000 que até virou notícia de um jornal do estado:
“ Mais de 10
pessoas teriam presenciado a ação de uma misteriosa luz vermelha ,
entre elas, o tratorista Juarez da Silva Chaves, Rosinex dos Santos,
o agricultor José
Alves de Barros e seu filho Adriano de Barros, que avistaram a luz
em diferentes ocasiões. Nos últimos meses, a freqüência desses avistamentos tem se intensificado, o que fez
inclusive, com que estudantes ameaçassem desistir de ir à escola.
Alguns moradores tinham medo de encontrar com a tal luz, chamada
também pelos os moradores de “Chupa-chupa’, que aparecia
geralmente entre 20:00 e 22:00 hs. Rosinex dos Santos e seu colega
Paulo retornavam por volta das 21 hs de bicicleta da escola.
Inexplicavelmente, a luz estranha surgiu no meio do matagal, Rosinex
estava na garupa e conseguiu descer e correr na direção da escola,
mas seu colega foi paralizado pela tal luz – foi
um momento de muito sufoco. Só me lembro de ter saído correndo,
pedindo socorro, relata Rosinex . Paulo até hoje não consegue
explicar o que sentiu, apenas percebeu a luz encobrindo-o e não
conseguia se mexer. No entanto, Marinex
dos Santos, em outro dia, estava andando pelo memo local quando,
também viu aparecer a tal luz de repente – ela
começou a crescer e se aproximar de mim. Tudo durou bem pouco
tempo, mas senti medo e não conseguia sair do lugar –
relatou. Outra interessante ocorrência aconteceu com o agricultor
José Alves de Barros e seu filho Adriano, que ficou com fortes
dores nas costas um dia após ter avistado a estranha luz, segundo
José, o foco de luz os atingiu – a
luz era inicialmente amrela e depois ficou vermelha. Em seguida foi
em direção ao mato, passou pelos fios elétrico e sumiu”.
Será que o fenômeno “Chupa-chupa” realmente sumiu? Para
reflexão gostaria de finalizar com uma notícia recentemente
divulgada no jornal “Diário do Pará” em maio de 2004 com o título
“ÓVNI’s sobrevoam céu de Colares-PA”:
“Cerca de 100 objetos voadores
não-identificados (OVNI's)foram vistos nos céus do Pará, na região
próxima ao município de Colares, a aproximadamente 100 quilômetros
de Belém, na madrugada de segunda para terça-feira. Coincidência
ou não com os casos de OVNI do México que ganharam projeção
mundial ontem, os objetos estranhos também apareceram em grande número
e na mesma data.
Segundo
o funcionário público, Sebastião Oliveira, o "Bebeco",
as aparições na cidade são constantes e duraram ontem por quase 3
horas. "Os objetos começaram a circular por volta das 11h da
noite e ficaram até às 2h da manhã". "Bebeco"
testemunou a aparição durante uma pescaria noturna, da qual também
participavam Robson Oliveira, seu filho, os amigos Roberto Corrêa e
Nelson Gama. "As luzes estavam mais ou menos na distância que
fica um avião, mas era noite e os objetos não faziam nenhum
barulho. Além disso, eles ficavam por muito tempo parados e depois
saíam em alta velocidade. Alguns vinham girando e tinham várias
cores.
Acredito
que tenham sido mais de 100"- contou. Episódio não foi inédito
Sebastião afirmou não ser a primeira vez que observa os objetos na
cidade, que já ganhou fama com a aparição de OVNIs desde a década
de 70, quando os moradores tinham medo dos chamados
"chupa-chupa" de onde surgiam extra-terrestres que
chupavam o sangue de humanos. "Não tinha como confundir com
avião ou um satélite com aqueles objetos. Não deu para ver o
formato, mas acredito que tenham sido extra-terrestres",
explicou. Bebeco acha que participou de um espetáculo bonito.
"Eles pareciam estar dançando", falou. O DIÁRIO procurou
o Comando Aéreo Regional de Belém na noite de ontem, mas não
conseguiu o contato”.



Autor:
PAULO ANÍBAL G. MESQUITA
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